As novas ferramentas digitais
colaboraram para reestruturar o exercício da profissão, a produção da notícia,
as relações entre as empresas de comunicação como fontes, a audiência os concorrentes,
governo e a sociedade.
Alguns pesquisadores como Michael
Kuczik (2001), Bill Kovack e Tom Rosentiel (2003), Ignacio Ramonet (1999), e
Dominique Wolton (1999), existem certo consenso quanto à influência das
tecnologias da informação na reestruturação da organização jornalística e de
suas rotinas de trabalho. A informática, trouxe agilidade e qualidade no
processamento de informação, ao facilitar o trabalho de rever, corrigir,
alterar e actualizar textos.
No mundo jornalístico, a Internet
serve como canal de acesso e contacto com múltiplas fontes, agências de notícias
e jornais online. De facto a rede é uma ferramenta que cria a possibilidade
para que, virtualmente, se possa fazer o trabalho de vigilância e examinar
documentos oficiais, realizar investigações e trabalhar assuntos que, em boa
parte, são esnobados pela imprensa tradicional. Contudo, ao observar algumas
rotinas produtivas da notícia, especialmente do radiojornalismo, fica claro que
o uso dessa ferramenta contribuiu muito na produção de reportagem de uma forma
mais aprofundada. De facto a rede tem sido um instrumento para colectar
informação pronta de segunda ou de terceira mão a qualquer momento.
A Internet contribuiu para
acrescentar novos elementos à percepção dos jornalistas a respeito dos
tradicionais critérios que presidem a escolha das notícias.
Com inúmeras vantagens, mas também com insuspeitos perigos,
a verdade é que a Internet é actualmente uma ferramenta indispensável para a
investigação jornalística.
Hoje os jornalistas utilizam o novo meio para pesquisar
varia informações. Ela tornou-se uma fonte meio privilegiada pelos jornalistas
na pesquisa de informações.

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